Sada's Blog – ब्लॉग

Soul's expressions – आत्मा भाव

Conexões Ocultas September 27, 2012

Filed under: Meditação,Sada — Sada @ 11:39 pm

“Conexões ocultas

Esculpem a realidade

Tornando verdade

O improvável

E comprovando a futilidade

da razão.

 

Diante do Mistério,

Do incerto,

Da Imensidão,

de tudo aquilo que não tem explicação,

Qualquer afirmação,

por sua própria natureza,

é pura Ilusão!”

 

Sada

 

O sonho que tiver … June 25, 2012

Filed under: Poesia,Sada — Sada @ 5:45 pm

“Vende-se uma imagem;

Uma forma qualquer.

O conteúdo é disponível,

A quem quiser!

Experimente o sabor

Do vapor sem perfume,

Do contorno sem âmago,

Da casca, da pele, da superfície,

De um recipiente vazio,

sem som,

sem cor,

Oco,

Frio,

Puro vácuo,

Sem tirar nem por.

 

… E fique à vontade

Para dar o seu toque,

Para pintar com a cor que mais gostar;

Dê a forma que quiser,

O sonho que tiver,

A ilusão que mais te agradar.

Pode sonhar! 

Afinal,

no final,

Nada, em sí, é substancial,

Ès tu quem crias,

É teu o sonho,

És livre pra criar!”

 

Sada

 

Ebulição – क्वथन March 24, 2012

Filed under: Meditação,Poesia,Sada — Sada @ 4:58 am

“Tem um fogo ardendo,
fervendo,
quase queimando,
mas, 
ainda assim,
é bom demais!
É bom porque aquece,
liberta,
transcende!
Adere,
Sede,
Ascende!
Acende
a chama interna,
eterna;
E não se alterna,
e sim,
se eleva, 
como bolha de sabão,
como luz,
como som,
canção,
como água fervente,
em ebulição!

Sada

 

Em Paz! March 17, 2012

Filed under: Poesia,Sada — Sada @ 1:45 pm

“A brisa do Mar …

a onda que vem e vai …

Me fez lembrar 

de um ar, que já respirei

de um lugar, por onde já passei

um sonho, que já sonhei

uma brisa, que já brisei!

Tão simples!

Tão claro!

Tão leve!

Tão fácil de entender! 

Por isso,

Entrego o passado;

que o mar possa levar !

 

E, o que a brisa me traz,

a luz, 

o céu,

a paz,

e muito mais …

Recebo!

Entrego-me!

E deixo-me levar!”

Sada

 

“à margem do usual” – Sada January 14, 2012

Filed under: Meditação,Poesia,Sada,Spirituality — Sada @ 2:00 am

“Se tú,
De alguma forma,
Experimentaste a liberdade do Ser,
a Transcendência,
a meditação,
A verdade é que,
Inevitavelmente,
Apesar de já teres feito parte do antigo sistema
– de crenças, regras e costumes –
chamado sociedade,
Tu já estás à margem,
Pois já aprendeste a arte de assistir o teatro livre do papel.
O espaço que ocupavas,
fica pequeno para o que se expandiu em tí
e para o ar a mais que respirou.
Ao conhecer o céu, a terra fica pequena,
Tu já não cabes na novena que,
antes,
Costurava teus pés.
Tornou-te um marginal,
À margem do usual,
Algo em ti mudou,
Algo se ampliou …
E, quando isso acontece, é um teste!
Cabe a ti,
Rever caminhos,
verdades,
Escolhas,
possibilidades …
E, se algo não te cabe mais,
Terás que te mover,
mexer na energia,
Tecer uma nova teia …
Plantar algo novo para colher!”

Sada

 
 

आभारी (Gratidão) January 2, 2012

Filed under: Índia,Inspirações,Love,Poesia,Sada,Spirituality — Sada @ 2:52 am

“À mestra Índia,

e à minha intuição (que à ela me levou),

do fundo do meu coração,

agradeço!

E, com muito amor e apreço …

compartilho aqui, algumas de suas lições …

… Algumas delas, aquelas que as palavras não dão conta de falar, apenas guardarei em meu coração …

… Mas … há coisas que os olhos podem ver … há coisas que se pode dizer …

Seus contrastes, suas cores, seus aromas …

os sabores, a beleza, o som …

há muito o que sentir …

há muito o que aprender.

O que posso dizer é que,

vivenciei

ao máximo,

cada momento,

cada emoção …

Vivenciei a pobreza e a riqueza,

a fome e a abundancia …

a Luz, a natureza, a dança, a arte, o som …

… e …

de tudo o que senti,

experiência de estar ali,

só me confirmou que,

realmente,  

somos UM !

Sem diferenças,

apesar das raças,

cores,

crenças … 

somos Um !

Entre o rico e o pobre,

entre o branco e o preto,

entre budistas, jainistas, ateus, muçulmanos, judeus e/ou cristãos,

a posse,

o apego,

crenças,

imagem,

idéias,

aparências … 

… a ilusão da diferença (em sí) me parece a única distinção!

… O pobre, inclusive, por sua condição, parece muito mais próximo de sua essência, uma vez que, entre ele e o mundo, não há imóveis, não há coisas, não há nada que o tire dele mesmo, nada que o distraia de sua alma, de seu coração.

A fome e a falta de condições básicas, muitas vezes, o afastam da 

leveza mas … Por outro lado, garantem clareza, 

e, mesmo na riqueza, a paz não é certeza, não é garantida,

simplesmente não há para isso uma equação!

‘Maia’ (a ilusão) é a questão!

… É ‘Maia’ que nos faz sofrer,

independente de casta, cor e/ou religião.


A fome cala a mente; O dinheiro a acende.

A sujeira …  é besteira! … Ela apenas ensina a ‘não-acomodação’.

A natureza se faz presente, e, se permitirmos, acorda o coração!

O amor derrete, dissolve a dor, aproxima … 

… E, seu calor, transforma,

Aquece qualquer coração!

A impermanência, constante …

O imprevisível nos faz presentes!

Dar nos faz receber …

Amar nos faz crescer!

Enfim … A Índia é uma verdadeira revolução!

Agradeço de coração!

É difícil colocar em palavras mas …

… de tudo o que ali viví,

O amor, e tudo o que senti …

Só tenho a agradecer,

Do fundo do meu coração!

À Índia, ao amor, à música, à dança, à meditação … até mesmo aos perrengues …

Gratidão!”

Por Paola Carraro

 

 

Fazendo as malas … October 28, 2011

Filed under: Poesia,Sada — Sada @ 2:08 am


“Fazer as malas,
para viajar,
me fez olhar
pro que fica,
e pro que vai,
em cada passagem,
de cada viagem,
da trilha eterna 
de nosso incansável, 
constante 
e instigante
caminhar.

O que cabe neste espaço entre onde estou e o vasto incerto,
o mistério,
o campo aberto do novo lugar?

Qualquer objeto,
que eu escolha pra me acompanhar,
há de ter 1 sentido,
uma função,
um porquê de alí estar.


E, cabe lembrar, que,
o que for comigo, além de me acompanhar,
estará ocupando o mesmo lugar 
de tudo de novo
que esteja para entrar.

Porém, 
uma idéia me vem:

Se, a cada passo, algo de velho eu abandonar,
então,
um espaço ei de criar,
e algo de novo, neste espaço,
poderá entrar.

É fato: Algo ei de levar!
Porém, estou a captar … 
 minha nova forma de viajar …
Em minha bagagem, 
todo e qualquer rastro
tudo o que comigo irá,
ei de abandonar.

Inspirada pelos grandes mestres,
Optarei por desapegar …

Reciclando,
por opção,
deletando,
para renovar,
e, momento a momento,
a cada passo, 
a cada novo pedaço, 
abrindo espaço para o Novo entrar.”      


Sada

Por Paola Carraro